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SPCI - Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos

Revista Brasileira de Terapia Intensiva

AMIB - Associação de Medicina Intensiva Brasileira

OFFICIAL JOURNAL OF THE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA INTENSIVA AND THE SOCIEDADE PORTUGUESA DE CUIDADOS INTENSIVOS

ISSN: 0103-507X
Online ISSN: 1982-4335

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How to Cite


 

Franzosi OS, Abrahão CLO, Loss SH. Aporte nutricional e desfechos em pacientes críticos no final da primeira semana na unidade de terapia intensiva. Rev Bras Ter Intensiva. 2012;24(3):263-269

 

 

2012;24(3):263-269
Original Article - Clinical Research

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-507X2012000300010

Nutritional support and outcomes in critically ill patients after one week in the intensive care unit

Aporte nutricional e desfechos em pacientes críticos no final da primeira semana na unidade de terapia intensiva

Oellen Stuani FranzosiI, Claudine Lacerda de Oliveira AbrahãoII, Sérgio Henrique LossIII

I Integrated Multidisciplinary Residence in Health, Emphasis on Adult Critical Care and Center of Studies in Food and Nutrition, Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Porto Alegre (RS), Brazil.
II Department of Nutrition, Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Porto Alegre (RS), Brazil.
III Intensive Care Unit, Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Porto Alegre (RS), Brazil.

Conflicts of interest: None.

Submitted on December 28, 2011
Accepted on August 24, 2012

Corresponding author:

Oellen Stuani Franzosi
Rua Ramiro Barcelos, 2.350 - Santa Cecília
Zip Code: 90035-903 - Porto Alegre (RS), Brazil
E-mail: [email protected]

 

Abstract

OBJECTIVE: This study evaluated the relationship between nutritional intake and protein and caloric requirements and observed clinical outcomes on the 7th day of intensive care unit stay.
METHODS: This was a retrospective cohort study of 126 patients who were admitted to the intensive care unit for >7 days. The patients were categorized according to the adequacy of energy and protein intake in relation to requirements (a >60% Adequate Intake Group and a <60% Inadequate Intake Group). The length of stay, ventilator free time and mortality in the intensive care unit and hospital were evaluated.
RESULTS: Enteral nutrition was used in 95.6% of the 126 included patients, and nutrition was initiated 41 hours after admission to the intensive care unit. The adequacy of intake was 84% for energy and 72.5% for protein. No differences in the length of stay [16 (11-23) versus 15 (11-21) days, p=0.862], ventilator free time [2 (0-7) versus 3 (0-6) days, p=0.985] or mortality in the intensive care unit [12 (41.4%) versus 38 (39.1%), p=0.831] and hospital [15 (51.7%) versus 44 (45.4%), p=0.348] were observed between the adequate and inadequate energy intake groups, respectively. Similar results in protein intake and the length of hospital stay [15 (12-21) versus 15 (11-21) days, p=0.996], ventilator free time [2 (0-7) versus 3 (0-6) days, p=0.846], and mortality in the intensive care unit [15 (28.3%) versus 35 (47.9%), p=0.536)] and hospital [18 (52.9%) versus 41 (44.6%), p=0.262] were observed between groups.
CONCLUSION: The results did not establish that energy and protein intakes of greater or less than 60% of nutritional requirements were reliable dividers of clinical outcomes.

Keywords: Energy requirement, Nutrition therapy, Mortality, Respiration, artificial, Length of stay, Intensive care units

 

 

INTRODUÇÃO

O transplante de órgãos é a última alternativa terapêutica, ou seja, recorre-se quando nenhum outro tratamento pode manter seguramente a vida do paciente com uma doença terminal. As causas da falência de órgãos, quando se faz necessária a realização dos transplantes, são doenças muito comuns na população brasileira, a exemplo do diabetes mellitus, da hipertensão arterial sistêmica, da doença hepática alcoólica e das hepatites virais.(1,2)

Para que seja realizado o transplante, é necessário que haja um doador de órgãos, podendo ser em vida ou post mortem. Este último é mais frequente e deve ser diagnosticado como paciente em morte encefálica (ME) para seus órgãos estarem viáveis à transplantação.(3)

No entanto, quando a demanda é comparada à disponibilidade de órgãos, nota-se um abismo muito grande que impede o aumento das taxas de transplantes. Em diversos países, tal escassez de órgãos aumenta a quantidade de pessoas que aguarda na fila de espera para receber um órgão.(3)

Não há muitos dados, no Brasil, a respeito da opinião populacional acerca do processo de doação de órgãos.(4,5) Dados oficiais afirmam que familiares de metade dos potenciais doadores - que são aqueles que se encontram em ME e preenchem todos os critérios para serem doadores - recusam a doação de seus órgãos.(6)

Os motivos dessa recusa ainda não estão muito bem elucidados; sabe-se apenas que a causa é multifatorial. Acredita-se, no entanto, que o desconhecimento sobre ME seja um dos principais motivos.(7,8) Além desse, outros motivos também podem ser citados como influenciadores da doação: religião, ocorrência de transplantes na família do doador e o primeiro contato entre a família do doador e a equipe de transplante.(5)

O conceito de ME, definido pelo Conselho Federal de Medicina, em 1997,(9) é o de que a pessoa encontra-se morta. É de fundamental importância essa afirmação, pois, somente assim, pode-se eticamente retirar um órgão de uma pessoa para fins transplantacionais. Além de evitar a realização de suportes avançados desnecessários, o diagnóstico de ME e seu conhecimento por parte dos familiares dão a segurança necessária para estes autorizarem a doação.

No entanto, o conhecimento da população sobre esse tema é pouco estudado, avaliado, discutido e divulgado. O protocolo indicado para se obter a autorização dos familiares para a doação de órgãos consiste no médico assistente explicar que o paciente está em ME e que este preenche todos os critérios para doação de órgãos, sendo, então, considerado um potencial doador. Após essa primeira abordagem, uma equipe multiprofissional treinada conversa com a família sobre a doação de órgãos.(7) Tal estratégia de explicar a ME é de fundamental importância para facilitar a doação por parte dos familiares ou responsável legal, já que foi descrito, na literatura, que a desconfiança no diagnóstico correto de ME pela população leiga é um fator limitante para a doação de órgãos.(8)

Há uma grande carência de estudos que se dedique a avaliar a relação entre o conhecimento populacional acerca da morte encefálica e sua influencia sobre a decisão de doação de órgãos.(8) No entanto, não há estudos que comparem essas diferentes realidades regionais brasileiras e entre o Brasil e outros países.

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do conhecimento sobre ME e a intenção de doação de órgãos dos pacientes do Centro de Saúde Escola do Marco, órgão vinculado a Universidade do Estado do Pará (UEPA).

 

MÉTODOS

A presente pesquisa foi iniciada após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UEPA, pelo protocolo nº 39/2011. Este trabalho caracteriza-se como prospectivo e observacional, tendo sido aplicada uma entrevista baseada num questionário (Anexo 1) padronizado a 136 pacientes do Centro de Saúde Escola do Marco. Antes da aplicação desses questionários, foi solicitada a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Esse questionário apresentava questões relativas ao conhecimento sobre ME e sua influência na doação de órgãos, além de dados sociodemográficos (Anexo 1).

Os critérios de inclusão foram internação e cadastro no Centro de Saúde Escola do Marco, idade acima de 18 anos e assinatura de termo de consentimento livre e esclarecido. Não houve critérios de exclusão.

Utilizou-se o software BioEstat 5.0 para as análises estatísticas, sendo que os dados foram inicialmente agrupados e resumidos na forma de porcentagem. Foi utilizado o teste de contingência C para verificar as relações entre os dados sociodemográficos, opinião acerca da doação de órgãos e o conhecimento sobre ME. Adotou-se valor de p<0,05 para rejeitar a hipótese de nulidade.

 

RESULTADOS

Foram entrevistados 136 pacientes, sendo 93 mulheres (68,4%). A média de idade foi de 39±13,6 anos (variando entre 18 e 81 anos). Eram solteiros 63 (46,3%), 54 (39,7%) casados, 11 (8%) viúvos e 8 (6%) separados. No que tange à escolaridade, 78 (57,4%) possuíam ensino médio completo, 38 (27,9%) tinham ensino fundamental e 19 (14%) o ensino superior, enquanto 1 (0,7%) era analfabeto. Quanto à religiosidade, 74 (54,4%) eram católicos, 55 (40,4%) evangélicos e 7 (5,2%) professavam outras religiões.

Quando questionados sobre doação de órgãos, 115 (84,6%) declararam-se favoráveis, 13 (9,5%) eram contrários à doação e 8 (5,9%) não tinham opinião formada sobre o assunto. Em relação à vontade de doar seus próprios órgãos após a morte, 98 (72%) aceitariam que seus órgãos fossem doados, 21 (15,5%) eram contra e 17 (12,5%) não possuíam opinião acerca disso. Com relação à possibilidade de autorização para doação de órgãos de parentes de primeiro grau, 98 (72%) afirmaram que permitiriam; 28 (20,6%) preferiram não opinar e 10 (7,4%) afirmaram que não doariam. Estado civil (p=0,82), religião (p=0,91), gênero (p=0,48), idade (p=0.98), escolaridade (p=0,79) e renda familiar (p=0,30) não influenciaram na opinião sobre aceitar ou não a doação de órgãos.

Referente à condição em que o paciente diagnosticado com ME se encontra, as respostas foram: 19,9% afirmaram que este se encontraria, de fato, morto; 48,6% acreditavam que apenas o cérebro estaria morto e o paciente teria condições de viver; 28,4% criam que o paciente estaria parcialmente vivo, com condições de viver, se tratado; e 3,1% não sabiam o significado do termo ME. Não houve relação estatística (p=0,53) entre a escolaridade do entrevistado e o conhecimento sobre ME.

Observou-se que 85,3% acreditavam que o médico poderia se equivocar ao dar um diagnóstico de ME e o paciente ainda estar vivo. Quanto à confiança dos pacientes no diagnóstico, 26,5% não acreditavam no diagnóstico de ME dado pelo médico, 55,1% confiavam parcialmente e 18,4% confiavam plenamente. A confiança dos entrevistados no diagnóstico foi fortemente influenciada pelo acreditar na capacidade do médico em firmar o diagnóstico (p=0,003).

O conhecimento sobre o significado da ME (p=0,15), assim como a confiança do entrevistado no diagnóstico de ME (p=0,08), não influenciou a opção de serem a favor da doação. Contudo, houve relação estatisticamente significante entre o grau de confiança no diagnóstico de ME e a decisão efetiva em favor da doação de seus próprios órgãos (p<0,05) (Tabela 1), ou de parentes de primeiro grau (p<0,05) (Tabela 2).

 

DISCUSSÃO

Neste estudo, buscou-se analisar um dos fatores limitantes da doação de órgãos, ou seja, o conhecimento sobre a ME. Para tanto, foi eleito o Centro de Saúde Escola do Marco como o local do estudo, visto que este é um centro de referência na atenção primária e secundária.

Os dados sociodemográficos da presente pesquisa foram semelhantes aos da realidade da população do Estado e pressupõem não haver uma maior concentração de sujeitos de pesquisa de um determinado grupo. Contudo, houve certo predomínio de mulheres na pesquisa, decorrente da maior quantidade destas em centros de atenção primária.(10)

A quantidade de pessoas favoráveis à doação de órgãos foi elevada, semelhante à da população estudada por Coelho et al.(11) e Faria et al.(12) que encontraram, respectivamente, um valor de 87,8% e 92% de aceitação à doação de órgãos. A exemplo do presente estudo, não foram observados fatores sociodemográficos que influenciassem a opinião sobre a doação de órgãos.

A autorização da família é essencial para doação de órgãos de doador cadáver, já que, no Brasil, desde 2001, vigora o consentimento informado, ou seja, a decisão da doação de órgãos é realizada pelos parentes mais próximos do potencial doador, não pela decisão em vida do paciente, mesmo que expressa em documentos de identidade.(9) Assim, é de fundamental importância que a população entenda que o paciente com ME esteja morto, pois essa é uma das condições essenciais para que a família possa permitir a doação de órgãos do doador cadáver, já que aquele órgão não tem mais utilidade para seu familiar e que ele pode salvar vidas, caso seja transplantado.(9,13)

Nesse estudo, apenas 19,9% da população estudada acreditava que o paciente com diagnóstico de ME encontra-se morto, sendo que os demais acreditavam que o paciente poderia estar vivo, mostrando desconhecimento sobre um quesito fundamental para a transplantação. É importante salientar que não houve relação estatística entre a escolaridade e o desconhecimento sobre a ME. É provável que este desconhecimento esteja ligado à crença de que somente quando a morte só ocorra após a parada cardiocirculatória. Campanhas públicas sobre o tema poderiam ser uteis para melhor esclarecimento da população.(14)

Em 2004, Siminoff et al. realizaram estudo semelhante envolvendo 1.351 pacientes e observaram que apenas 33,7% da população estudada acreditava que uma pessoa em ME encontrava-se realmente morta. Os demais acreditavam tratar-se de situação reversível, que, à semelhança dos achados aqui apresentados, essa impressão poderia influenciar na decisão sobre a doação efetiva de órgãos.(15) Contudo, não apenas a população apresenta lacunas sobre os conceitos da ME. Schein et al.,(16) ao estudar médicos intensivistas, mostraram que parte destes acreditava que o paciente estava morto somente após a retirada dos órgãos, e não logo após o diagnóstico da ME.

Quanto à confiança no médico que dá o diagnóstico, a maioria dos entrevistados acreditava que o médico pode se equivocar e que o paciente possa ainda estar vivo. Esse achado foi semelhante ao encontrado por um estudo nacional tomado para efeito de comparação sobre doação de órgãos em Curitiba.(17) Neste, foi encontrado que também havia uma grande descrença no diagnóstico da ME, até mesmo pela "crise" na credibilidade dos médicos vivida atualmente. Assim, tal desconfiança acerca do diagnóstico faz com que o paciente tenha certo receio em aceitar doar os órgãos, sendo que essa desconfiança já tinha sido suspeitada como uma grande causa de recusa na doação no trabalho de Meneses et al.(8)

Essa desconfiança no diagnóstico da ME e de seu conceito influencia na aceitação do programa de doação de órgãos, constituindo, então, limitação para a doação o fato de a confiança no diagnóstico de ME aumentar as chances de uma pessoa aceitar doar seus órgãos e de algum parente, informação que obteve significância estatística (p<0,05). Tal achado é semelhante ao de Siminoff et al.,(17) que afirmam que famílias que entendem o conceito de ME são mais propensas a aceitar a doação de órgãos, sendo, assim, importante aumentar a confiança da população na capacidade do médico em conduzir um paciente com ME. No entanto, é difícil aumentar essa credibilidade, visto que até mesmo acadêmicos de medicina não doariam seu órgãos por não acreditarem no sistema de saúde brasileiro.(18)

Ressalta-se que houve uma parcela significante de pessoas que não apresentou opinião formada sobre o tema pesquisado. A discussão familiar sobre esse tema é de fundamental importância para ampliar a vontade de pessoas aceitarem a doação de órgãos. Percebe-se, assim, a necessidade da realização de campanhas de educação geral sobre transplantes, ME e seus conceitos envolvidos, para o esclarecimento de dúvidas e o combate a mitos sobre esse tema.(19)

O mais interessante em analisar os dados das pesquisas nas diferentes regiões sobre esse assunto é o fato de que, apesar das óbvias diferenças regionais, culturais e sociais, os problemas, em suas essências, são parecidos e a forma de resolvê-los também. Esse fato facilita inclusive a tomada de decisões globais para dirimir tais questões e aumentar o conhecimento da população acerca de ME, que é essencial para aumentar o número de doadores.

 

CONCLUSÃO

A maioria da população estudada não compreende o significado da ME e acredita que o potencial doador falecido ainda tem condições de viver. O grau de confiança no processo de diagnóstico de ME e na capacidade do médico em verificar tal estado é baixo, podendo influenciar negativamente a decisão sobre a doação de órgãos.

 

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This study was conducted at the Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Porto Alegre (RS), Brazil.

 

 

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